Fraturas Osteoporóticas da Coluna: quando a dor surge sem aviso.

As fraturas osteoporóticas da coluna são mais comuns do que se imagina, especialmente em pessoas com mais de 60 anos, e em particular nas mulheres após a menopausa.


Estas fraturas podem ocorrer mesmo com traumas ligeiros ou movimentos simples, devido à fragilidade óssea causada pela osteoporose. A dor surge de forma súbita e intensa, podendo limitar drasticamente a mobilidade e a qualidade de vida.

 

Nesta página explico de forma clara o que são estas fraturas, como se identificam e quais são as opções de abordagem.

O que são Fraturas Osteoporóticas?

O enfraquecimento ósseo pode levar a fraturas mesmo sem queda.

A osteoporose reduz a densidade e a resistência dos ossos. Quando afecta a coluna, pode originar fraturas dos corpos vertebrais com gestos simples, como levantar um peso leve ou inclinar-se.

Estas fraturas podem passar despercebidas no início, mas são uma causa frequente de dor intensa, alterações posturais e limitação funcional nos idosos.

Quais os sintomas das Fraturas Osteoporóticas?

Dor repentina e alterações na postura:

Dor súbita e localizada na coluna, geralmente na região dorsal ou lombar.

Dor que aumenta com o movimento e melhora em repouso.

Sensação de “estalido” ou colapso ao movimentar-se.

Diminuição da estatura com o tempo.

Postura mais curvada ou inclinada para a frente.

Nem todas as fraturas provocam dor intensa no início. Em casos mais discretos, o diagnóstico pode demorar, o que reforça a importância de uma avaliação precoce.

Como é feito o diagnóstico das Fraturas Osteoporóticas?

Avaliação médica cuidadosa e exames específicos.

O diagnóstico envolve exame clínico, histórico de saúde óssea e exames como raio-X e, em muitos casos, ressonância magnética.

É também importante avaliar o grau de osteoporose com densitometria óssea, para orientar a abordagem terapêutica a médio e longo prazo.

Quais as opções de tratamento?

Tratar a fratura… e a causa por trás dela.

Tratamento conservador:

Em fraturas estáveis e com dor controlável, opta-se por repouso orientado, medicação analgésica e fisioterapia progressiva.

Procedimentos minimamente invasivos:

Em casos selecionados, pode ser indicada uma vertebroplastia ou cifoplastia, técnicas que visam estabilizar a vértebra e reduzir a dor, melhorando assim a qualidade de vida.

Cada caso deve ser avaliado individualmente, tendo em conta o estado clínico geral, a gravidade da fratura e os objectivos funcionais da pessoa.

Se sente que é o momento certo para uma avaliação cuidada, pode iniciar esse passo por aqui.

Situações como dor súbita, limitação de movimentos ou diagnóstico recente de fratura vertebral merecem ser analisadas com atenção e serenidade.

Para agendar uma avaliação, o formulário está disponível para o fazer de forma simples e reservada.

Todos os pedidos são recebidos com descrição, rigor clínico e respeito pelo seu percurso.

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